Banco do Brasil introduz PIX na Argentina para não clientes também

BB efetua conversão cambial via APIs; transações implicam pagamento de IOF.

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(Imagem de reprodução da internet).

Banco do Brasil Lança Pagamentos com Pix na Argentina

O Banco do Brasil anunciou, na última sexta-feira, 6 de março, uma nova funcionalidade que permite aos brasileiros utilizarem o Pix para realizar pagamentos em estabelecimentos físicos na Argentina.

Como Funciona o Novo Serviço

Desenvolvido em parceria com o Banco Patagonia, o serviço possibilita que qualquer usuário do Pix, mesmo aqueles que não são clientes do Banco do Brasil, efetue pagamentos ao escanear um QR Code disponibilizado pelo comerciante. A transação é finalizada diretamente no aplicativo do banco brasileiro do usuário.

O processo é semelhante ao pagamento via Pix no Brasil. Após escanear o QR Code, o cliente confirma a operação no aplicativo, e o valor é debitado de sua conta em reais.

Conversão Cambial e Impostos

Nos bastidores, o Banco do Brasil realiza automaticamente a conversão cambial para a moeda local utilizando uma infraestrutura integrada via APIs. Para o usuário, a operação aparece no extrato como um Pix convencional, mas está sujeita à cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), conforme a legislação vigente.

Objetivos e Expansão do Serviço

Felipe Prince, vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Risco do Banco do Brasil e conselheiro do Banco Patagonia, destacou que essa iniciativa faz parte da estratégia do banco de expandir sua atuação internacional em serviços de pagamento. Ele ressaltou que a solução foi pensada para todos os brasileiros, oferecendo segurança e um atendimento integrado entre Brasil e exterior.

Oswaldo Parré, presidente do Banco Patagonia, acredita que essa novidade pode impulsionar as vendas no comércio local e facilitar os pagamentos de turistas brasileiros que visitam a Argentina.

Possíveis Expansões Futuras

O Banco do Brasil também informou que está avaliando a possibilidade de expandir essa funcionalidade para outros mercados nas Américas, além de considerar destinos na Europa e na Ásia, priorizando regiões com maior fluxo de viajantes brasileiros.

Fonte por: Convergencia Digital

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