Brasil corre o risco de ficar para trás na soberania digital sem Marco de Cibersegurança

Marco Legal de Cibersegurança no Brasil
O Brasil enfrenta um atraso significativo na implementação de um Marco Legal de Cibersegurança, conforme alerta Gustavo Borges, Superintendente Executivo da Anatel. Ele destaca que, enquanto países como Chile e Uruguai já estabeleceram suas legislações sobre o tema, o Brasil ainda não avançou nesse sentido.
Importância da Cibersegurança para a Soberania Digital
Em entrevista à CDTV, Borges enfatiza que a cibersegurança se tornou um assunto crucial no contexto da soberania digital e solicita uma ação rápida do Congresso Nacional. Ele ressalta a necessidade de uma direção clara que abranja todos os setores envolvidos, apesar dos desafios impostos pelas eleições e pela Copa do Mundo.
Desafios e Urgência na Legislação
Borges reconhece que o ambiente político atual é complicado, mas reforça que a cibersegurança deve ser tratada como uma prioridade de Estado, sem divisões ideológicas. Ele acredita que é possível avançar na votação das propostas relacionadas ao tema.
Anatel como Agência de Cibersegurança
O Superintendente defende que a Anatel deve ser a responsável pela cibersegurança, dada sua capacidade de atender rapidamente às demandas e sua relevância, considerando que as telecomunicações são uma das infraestruturas críticas para a segurança nacional.
Conclusão sobre a Necessidade de Ação
A discussão sobre a cibersegurança no Brasil é urgente e deve ser priorizada para garantir a proteção e a soberania digital do país. A falta de um marco legal pode comprometer a segurança nacional e a competitividade do Brasil em um cenário global cada vez mais digitalizado.
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Fonte por: Convergencia Digital
Autor(a):
Redação
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