CLA Brasil promove quarta edição de capacitação em resposta a incidentes cibernéticos

Treinamento sobre Resposta a Incidentes Cibernéticos é Realizado pela CLA Brasil
No dia 26 de setembro, a CLA Brasil promoveu a quarta edição do treinamento “Resposta a Incidentes Cibernéticos 2026”, com o intuito de preparar profissionais para enfrentar crises digitais. O evento contou com a participação de mais de 30 profissionais de diversas áreas, visando ampliar a compreensão sobre a importância da colaboração entre negócios, liderança e setores corporativos na gestão de incidentes cibernéticos.
Importância da Integração nas Respostas a Incidentes
O treinamento, conduzido por Paulo Baldin, sócio-diretor da CLA Brasil, e Tiago Silveira Camargo, sócio na IW Melcheds Advogados, buscou desmistificar o tema da cibersegurança, aproximando-o de executivos e líderes de áreas como jurídico, compliance e finanças. Baldin enfatizou que a resposta a incidentes não deve ser uma responsabilidade exclusiva da área de tecnologia, mas sim um esforço conjunto de toda a organização.
Durante a capacitação, os participantes foram expostos a cenários práticos que simularam situações reais enfrentadas por Baldin em sua carreira. A dinâmica abordou desde os primeiros sinais de um incidente até os impactos operacionais e emocionais que uma crise pode causar. Ele destacou a necessidade de que todas as áreas compreendam seu papel na resposta a incidentes, ressaltando que políticas e procedimentos devem ser testados em simulações para garantir eficácia.
Foco nas Primeiras Horas de Crise
Um dos principais tópicos abordados no treinamento foi a importância das primeiras horas após a identificação de um incidente. A simulação incluiu aspectos como detecção, comunicação e a participação da liderança na sala de crise. Baldin também ressaltou o impacto humano de um ataque cibernético, que pode gerar pressão sobre executivos e afetar a reputação da empresa.
A CLA Brasil considera a inclusão de profissionais capacitados para oferecer suporte emocional às equipes durante crises, reconhecendo que a atuação de consultorias deve ir além de recomendações, envolvendo suporte técnico e discussões estratégicas com a alta gestão.
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Risco Cibernético na Agenda Executiva
Baldin enfatizou que as empresas que ainda não treinam suas equipes para crises cibernéticas precisam iniciar esse processo imediatamente. O risco cibernético deve ser encarado como um risco institucional e financeiro, exigindo o envolvimento da liderança para que a organização compreenda sua matriz de riscos e alinhe responsabilidades entre as áreas.
Ele destacou que não existe negócio sem risco e que o cibernético deve ser uma prioridade na agenda de todos os executivos, não apenas da equipe de TI. A capacitação de equipes multidisciplinares é essencial para uma resposta coordenada, minimizando improvisos e aumentando a maturidade organizacional em um cenário onde ataques digitais são uma realidade constante.
Fonte por: Its Show
Autor(a):
Redação
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