Governo do Paraná contrata B3 para vender estatal de TI até 2026

Venda da Celepar gera controvérsia no Tribunal de Contas e enfrenta decisões conflitantes antes da saída de Ratinho Jr.

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(Imagem de reprodução da internet).

Privatização da Celepar em Debate no Paraná

A venda da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) gera controvérsias no Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), onde decisões monocráticas conflitantes têm dificultado o processo. O governo estadual busca realizar a privatização antes que o governador Ratinho Jr. deixe o cargo para concorrer à presidência da República.

Avanços e Desafios na Privatização

O governo do Paraná decidiu avançar com a privatização da Celepar, mesmo sem um consenso no TCE, ao contratar a B3 para leiloar a companhia. Os detalhes financeiros do acordo com a B3 não foram divulgados, mas a decisão de prosseguir com a venda baseia-se em uma determinação do conselheiro Durval Amaral. No entanto, o conselheiro Fabio Camargo suspendeu a venda, resultando em uma disputa de decisões no tribunal.

Histórico da Celepar

A Celepar, fundada em 1964, foi a primeira empresa pública estadual de Tecnologia da Informação do Brasil. Ela desempenha um papel crucial na gestão de dados digitais dos cidadãos paranaenses, incluindo informações sobre a educação, saúde, trânsito e tributos. Além disso, a companhia é responsável pela administração de dados de diversas secretarias estaduais, como Segurança Pública e Fazenda.

Expectativas para o Futuro

O governo do Paraná justificou o andamento da desestatização com base em uma decisão favorável do TCE, ressaltando a parceria com a B3 desde o início do mandato de Ratinho Jr. O desejo é que a venda ocorra em 2026, mas a complexidade do processo e o calendário eleitoral podem dificultar essa meta.

Conclusão sobre a Privatização da Celepar

A privatização da Celepar continua a ser um tema polêmico no Paraná, com decisões conflitantes no TCE e a pressão do governo para avançar com o processo. A situação exige atenção e acompanhamento, especialmente com as eleições se aproximando e a necessidade de um consenso claro sobre o futuro da companhia.

Fonte por: Convergencia Digital

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