TIM afirma que preço mínimo de R$ 1,4 bi da Oi Soluções não impede aquisição

Interesse da TIM na Oi Soluções
O CEO da TIM Brasil, Alberto Griselli, afirmou que o preço mínimo de R$ 1,4 bilhão não é um obstáculo para a aquisição da Oi Soluções. Durante a coletiva de imprensa sobre os resultados financeiros do primeiro trimestre, ele confirmou o interesse da operadora no ativo, destacando o crescimento de 30% na receita da unidade B2B, que já soma R$ 1 bilhão. A TIM tem conquistado contratos significativos com empresas como Vale e Axia (Eletrobras).
Desempenho e Estratégia da TIM
Em 2025, a TIM adquiriu a V8.Tech, que trouxe novas competências em cloud, dados e soluções digitais, gerando R$ 40 milhões em receita líquida. A qualidade da carteira de clientes será um fator crucial nas negociações com a Oi Soluções. Griselli ressaltou que o B2B é uma área de crescimento para a TIM, embora ainda represente uma pequena parte da receita total da empresa.
Expectativas e Avaliação da Oi Soluções
A CFO da TIM, Andrea Viegas, mencionou que as empresas interessadas têm até 20 de maio para se habilitar no edital de venda da Oi Soluções. A TIM pretende se habilitar para analisar os números da Oi e avaliar o valor do ativo. Viegas lembrou que, no último leilão, a Oi não atingiu o valor mínimo, e que a análise dos contratos de B2B será fundamental para entender o potencial do negócio.
Crescimento do Segmento B2B da TIM
O segmento B2B da TIM continua a apresentar um crescimento robusto. No agronegócio, a operadora lidera com 27,3 milhões de hectares cobertos por 4G, um aumento de 32% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Em soluções de iluminação inteligente, a TIM comercializou 479 mil pontos, também com um crescimento de 32% em comparação anual. No setor de logística, a cobertura 4G se estende por 11,1 mil quilômetros de rodovias, representando um avanço de 86% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Resultados Financeiros do Primeiro Trimestre
No primeiro trimestre, a TIM reportou um lucro líquido de R$ 821 milhões, um crescimento de 1,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita de serviços atingiu R$ 6,6 bilhões, com um aumento de 6,5% na comparação anual. O EBITDA foi de R$ 3,3 bilhões, com uma margem de 48,3%. O segmento móvel foi o principal motor de crescimento, com receita de R$ 6,2 bilhões, um avanço de 5,6% ano a ano, e 33,1 milhões de clientes em planos pós-pagos, resultando em um crescimento de 7,6% na receita desse segmento.
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Fonte por: Convergencia Digital
Autor(a):
Redação
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