AGU testa Fabric da Microsoft, mas escolhe Databricks para Datalake

Datalake da Advocacia-Geral da União em Desenvolvimento
O Datalake da Advocacia-Geral da União (AGU), em construção desde 2020, visa proporcionar um conhecimento unificado e uma produção única de informações. Essa iniciativa permite a concentração da inteligência, conforme destaca Stella Mota, diretora de gestão estratégica da AGU.
Escolha da Plataforma e Funcionalidades
Durante o 3º Fórum de Transformação Digital da Advocacia Pública, Stella Mota explicou que a plataforma Fabric, da Microsoft, foi testada, mas a Databricks foi selecionada por se alinhar melhor à estratégia do órgão. O Datalake centraliza um vasto volume de dados jurídicos, como intimações, jurisprudências e processos, para apoiar modelos preditivos, jurimetria e análises estratégicas na advocacia pública.
Desafios Enfrentados
A diretora mencionou que a AGU enfrentou desafios relacionados à infraestrutura devido ao alto volume de dados e ao nível elevado de processamento necessário. A equipe precisou priorizar investimentos e promover uma cultura de unificação, pois dados integrados exigem uma colaboração mais estreita entre os profissionais.
Futuro do Datalake
Atualmente, a inteligência artificial no Datalake ainda está em fase inicial, com testes em andamento para avaliar o consumo e a integração da tecnologia. O próximo passo será focar na governança, permitindo o acesso a um número maior de usuários e ampliando as capacidades da plataforma.
Conclusão
O Datalake da AGU representa um avanço significativo na gestão de dados jurídicos, com o potencial de transformar a advocacia pública por meio da análise de dados e da inteligência artificial. A continuidade do desenvolvimento e a superação dos desafios técnicos serão fundamentais para o sucesso dessa iniciativa.
Leia também
Fonte por: Convergencia Digital
Autor(a):
Redação
Portal de notícias e informações atualizadas do Brasil e do mundo. Acompanhe as principais notícias em tempo real


