Governo considera YouTube inadequado para menores de 16 anos

Conteúdos de sexo, drogas, violência extrema e linguagem imprópria fundamentaram a decisão.

05/05/2026 14:50

2 min

Governo considera YouTube inadequado para menores de 16 anos
(Imagem de reprodução da internet).

Ministério da Justiça altera classificação do YouTube

O Ministério da Justiça anunciou a elevação da classificação indicativa do YouTube de 14 para 16 anos, conforme despacho publicado em 5 de maio. Essa decisão foi baseada em uma análise técnica que identificou a presença frequente de conteúdos inadequados na plataforma. Vale ressaltar que a nova classificação é orientativa e não proíbe o acesso ao serviço.

Critérios para a nova classificação

A nova classificação de “não recomendado para menores de 16 anos” foi estabelecida pela Coordenação-Geral de Políticas de Classificação Indicativa, levando em consideração critérios da Constituição e do Estatuto da Criança e do Adolescente. Entre os principais fatores que motivaram essa reclassificação estão:

  • Conteúdos relacionados a sexo
  • Referências a drogas
  • Violência extrema
  • Linguagem imprópria

Exibição do selo etário

Com a nova classificação, o YouTube é obrigado a exibir claramente o selo etário em todos os ambientes onde o serviço está disponível, incluindo lojas de aplicativos e interfaces digitais. Os usuários também devem ser informados sobre a classificação antes de acessarem a plataforma.

Transparência sobre conteúdos restritos

Além disso, o YouTube deverá apresentar, de forma visível, os descritores de conteúdo associados à nova classificação, detalhando os tipos de material que justificam a restrição etária. Essa medida visa proporcionar maior transparência e orientação para pais, responsáveis e distribuidores digitais.

Considerações finais sobre a reclassificação

A reclassificação do YouTube foi realizada após uma avaliação abrangente do ambiente da plataforma, considerando não apenas conteúdos isolados, mas também o funcionamento de seus algoritmos de recomendação e a diversidade de material disponível. Embora a decisão não impeça o acesso de menores de 16 anos, ela estabelece diretrizes importantes para a proteção dos jovens usuários.

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Fonte por: Convergencia Digital

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